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To the Bone

Há alguns meses atrás estava eu “zanzando” pelo facebook quando me deparei com um trailer na page da Netflix que milagrosamente (digo isso porque quase nunca paro ver trailers) me chamou a atenção. Talvez porque logo de cara vi que estavam no elenco dois atores que gosto muito – Keanu Reeves e Lily Collins – ou talvez porque simplesmente parei naquela parte do feed e pronto. Não consigo me lembrar do momento, whatever. Só sei que fiquei interessadíssima no filme e logo anotei no meu caderninho pra não perder o dia que ia estar disponível, porque se tem uma pessoa desligada da vida pra essas coisas, essa pessoa sou eu. Enfim, fiquei extremamente ansiosa pra poder assistir, até que semana passada finalmente pude tirar minhas próprias conclusões.

To The Bone (O Mínimo para Viver, no Brasil) é um filme todo centrado na história de Ellen (Lily), uma jovem que sofre de anorexia e vive sem perspectivas de se recuperar ou levar uma vida saudável. Quando ela chega em um nível crítico da doença, sua família resolve submetê-la a um tratamento com um médico que usa métodos não muito convencionais (Keanu), mas que aparentemente é muito bem sucedido no que faz. Daí Ellen é obrigada a se confrontar de todas formas, num misto de insegurança, raiva, medo e tudo aquilo que geralmente acompanha os distúrbios emocionais. Ou seja, é preciso ter muita empatia e sensibilidade pra compreender o que se passa na mente da personagem.

Grande parte dos filmes/séries que abordam problemas emocionais sofrem uma avalanche de críticas negativas, na maioria das vezes por fantasiar demais a realidade tornando tudo mais fácil ou por não dizer aquilo que deve ser dito pro espectador. To The Bone foi muito criticado pela “romantização do problema”, e rolou até uma comparação com 13 Reasons Why (que creio ser familiar pra vocês) já que a série estourou no início do ano e não se falava em outra coisa na internet. E olha, eu concordo. É preciso ter muito cuidado de fato com esse tipo de assunto, porque falar do jeito errado sobre algo que você não vive ou nunca viveu pode ser devastador na vida de quem conhece a sensação.

To The Bone, ao meu ver, é um filme que vale a pena assistir porque aborda uma questão realmente muito séria, mas eu não posso levar minhas críticas além disso porque não conheço a realidade do problema. Gostei muito do filme, a Lily estava ótima (ela realmente emagreceu pra viver a personagem) e o Keanu é de longe um dos meus atores favoritos, mas esse tipo de filme sempre precisa ir além, precisa cumprir aquilo que propõe. Pra mim, a espera valeu a pena, pois posso dizer que gostei do que assisti. Mas com relação ao distúrbio em si, não tenho absolutamente nada a dizer. Segue o trailer:

Eu gostaria muito de saber a opinião de vocês a respeito desse filme. Já assistiram? Gostaram? Me contem nos comentários que eu QUERO MESMO saber!
Até o próximo post :*

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  • Oi Mônica, ainda não assisti, mas tenho lido muitas críticas a respeito, algumas positivas e outras negativas. Também não sou especialista no problema e acho que a gente tem que ir com calma mesmo quando se trata de algo real, que afeta a vida das pessoas diariamente. Tenho vontade de ver o filme para entender melhor as críticas. Um beijo!

    • As críticas estão bem divididas mesmo… eu gostei do filme, mas fico receiosa de fazer qualquer tipo de comentário, sabe? Assiste e me conta o que achou!